quinta-feira, 10 de junho de 2010

Projeto pela Revitalização da Independência

10 de junho de 2010 Zero Hora- ZH Moinhos

MUDANÇAS NA INDEPENDÊNCIA


Movimento projeta uma nova avenidaUma ideia que veio da comunidade pode mudar a cara da Avenida Independência. Apesar de ainda estar em desenvolvimento, a proposta já apresenta intenções e conceitos para a avenida e arredores (confira no gráfico ao lado). O projeto deve melhorar e vitalizar o espaço público, instalando bancos, lixeiras e postes, entre outros móveis urbanos. Tudo irá seguir um padrão e formar um conjunto, zoneando atividades ou propondo um redesenho urbano.

Iniciativa do Movimento Reviver Independência, que reúne moradores interessados em valorizar o bairro, o projeto de reurbanização é planejado por arquitetas da região. Uma das responsáveis, a arquiteta Taís Lagranha Machado, da Urbana Arquitetura, lembra que foi feito um levantamento inicial das necessidades e que as ideias não são definitivas:

– Fizemos um estudo de referências, pesquisamos projetos semelhantes, conceitos e estratégias arquitetônicas, como Zaanstad, na Holanda, Madrid Rio, em Madri, The High Line, em Nova York, Prags Boulevard, em Copenhagen, Leblon, no Rio de Janeiro e Vila do Conde, em Portugal.

O anteprojeto foi apresentado pelas arquitetas no início de maio. De acordo com a agente da Secretaria Municipal de Coordenação Política e Governança Local (SMGL), Vânia Brito, responsável por intermediar o contato da comunidade com os órgãos municipais, após uma nova reunião serão buscadas parcerias, tanto na prefeitura quanto na iniciativa privada:

– Ainda não há uma data marcada, mas a reunião será em junho. Discutiremos novamente o projeto, que estará mais completo. Convidaremos os moradores e representantes das associações, além das secretarias envolvidas.

Marilia Cardoso, integrante do movimento Reviver Independência e blogueira do ZH Moinhos, diz que o próximo passo é conseguir enviar o projeto para a prefeitura.

– É preciso a aprovação das secretarias _ afirma.



Caderno ZH Moinhos do dia 10/06/2010

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Movimento pede atenção à Avenida Independência

Revitalização da Avenida Independência


29 de janeiro de 2010 por Silvana Losekann


Moradores se unem para mudar a via, iniciativa elogiada por autoridades da área da Cultura.

Um movimento pretende transformar a Avenida Independência em um eixo cultural da Capital. Com uma série de iniciativas, a proposta pretende dar um novo perfil a uma das mais importantes vias da cidade.

Entre as propostas sugeridas pelo Movimento Reviver Independência estão a restauração de prédios, a busca por segurança, projetos paisagísticos e ações culturais.

A união dos moradores é destacada pelas autoridades envolvidas na iniciativa como essencial para que a ideia vingue.

– As grandes coisas ocorrem em Porto Alegre quando há alguém com vontade. A iniciativa é muito boa, e buscaremos contribuir – definiu o coordenador da Memória Cultural do município, Luiz Antônio Custódio.

O Movimento Reviver Independência conseguiu reunir o apoio dos setores relacionados ao patrimônio histórico da cidade. A presidente do Conselho Municipal do Patrimônio Histórico e Cultural, Rita Chang, celebrou a organização dos participantes:

– Acho que tem futuro, já que as pessoas estão se mobilizando. Não adianta se preocupar com o futuro do planeta se não houver preocupação com a sua calçada.

Reuniões com autoridades já foram realizadas para dar andamento ao projeto. Ao mesmo tempo, outras iniciativas focalizam a Independência neste ano. Ainda em 2010, deve ser lançado um livro sobre a avenida, de autoria de Carlos Augusto Bissón, que escreveu a obra Moinhos de Vento – Histórias de um Bairro de Porto Alegre.

este artigo está no http://www.defender.org.br/


quarta-feira, 26 de maio de 2010

Corredor Cultural do Bom Fim

Um corredor cultural
26 de maio de 2010 postado no ZH Moinhos

Todos, que um dia procuraram um livro, para estudo e pesquisa, sabem bem o caminho a percorrer: livreiros, livrarias e “sebos” do Bom fim. Assim começou este corredor cultural, um caminho natural dos que gostam de uma boa leitura: os nomes das livrarias já nos mostram um pouco desta história: Teia de Aranha, Traça Livraria e Sebo, Palavraria, Ábacos Livros; Alguns com cafés; Outros nomes pomposos ou nomes simples. As escolas mais importantes estão lá: Instituto de Educação e Colégio Militar; Clubes e Fundações Culturais: Marc Chagall, Fundação Ecarta, Clube de Cultura de Porto Alegre. Se quisermos mais cultura teremos as famosas normalistas, hoje participantes da Associação dos Ex Alunos do Instituto de Educação, o Tablado Andaluz e Sociedade Italiana e principalmente o empenho dos funcionários do memorial da Justiça do trabalho no Rio Grande do Sul.
É um belo caminho, que no dia 15 esteve com algumas amostras no interior do Colégio Militar. Com sua nova pintura de fachada o Colégio Militar mostrou obras de arte como estátuas e pórticos e de arquitetura que o tempo havia empanado sua beleza. No pátio interno exposições do acervo do ensino militar do Rio Grande do Sul, Exposições de fotografias, palestras, oficinas do MUHM e Do Instituto Marc Chagall e Rotary Bom fim.
O Casarão da Várzea, hoje Colégio Militar, teve um sábado de festa, com direito a banda e exposição de “Fuscas” antigos (1966 a 1996).
Queremos felicitar o Historiadores Benito Bisso Schmidt e Everton Quevedo por este trabalho de resgate cultural de Porto Alegre.
Agradecemos a Sra Vania Brito, agente da Secretaria da Governânça , que veio conhecer o trabalho do Corredor Cultural , que faz parte da sua região de trabalho.
Assim vamos trabalhar juntos para que a Independencia e Bom Fim passem a ser um marco refencial de Historia e Cultura.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Um sábado de solidariedade








A vitória
da
solidariedade







24 de maio de 2010 Publicado no Blog ZH Moinhos

Dia 15 de Maio " Dia Da Solidariedade"

O dia da solidariedade foi instituído em 2001. Neste sábado, muitas pessoas, se dedicaram a mostrar o que é solidariedade. Deixaram o conforto de seus lares para trabalharem a serviços à comunidade. Este foi um dia de solidariedade e principalmente para mostrar os serviços e trabalho de ONGs.
Os freqüentadores do parque se surpreenderam com aquelas barracas armadas junto ao espelho d’água da Redenção, mas logo entenderam o objetivo do evento e se integraram. Lá acharam dicas de saúde, beleza e muitos outros serviços oferecidos.
Convidados pela agente da nossa região, a Sra. Vânia Brito, da Secretaria da Governança, tivemos a oportunidade de ver os filmes de revitalização da Azenha. O prefeito José Fortunati esteve presente a essa apresentação, e assim aproveitamos a oportunidade para lembrar a ele o trabalho de revitalização da Independência e sua importância, tendo em vista a copa de 2014, pois Copa também é História, Copa também é cultura.
Durante seu discurso o Sr. Prefeito tocou no assunto muito sério que impede a solidariedade entre algumas pessoas: O famoso tirar vantagens.
Caminhamos procurando o que consideramos de fato um trabalho solidário e logo a nossa frente vimos a borboleta da Fundação Thiago Gonzaga, levando seu recado aos jovens: Valorização e preservação da vida, pedindo a cada um que faça sua parte, tire o pé do acelerador; se for dirigir, não beba.
A barraca do IMAMA esteve também com um bom público que ouvia atento as palestras e orientações, sobre os cuidados com as alterações que podem acontecer nas mamas. Os trabalhos deste Instituto se realizam em sua sede Na Rua Ramiro Barcelos, 850 e também, com participação em eventos na cidade.
Outro alerta de saúde, veio da Fundação Rio-grandense de Apoio ao Diabético, que ofereceram teste de glicose e orientação nutricional.
Houve também a feira do desapego, onde as pessoas faziam doações de objetos que não usavam mais ou podiam trocar por outro: livro, CDs, quadros, brinquedos...
A ONG Parceiros Voluntários mostrava seu trabalho, Tribos nas Trilhas da Cidadania, onde jovens realizam ações voluntárias.
Neste cenário tão lindo da Redenção, grupo de jovens chamavam os participantes do evento para um abraço. E este lindo e puro abraço, foi ao espelho d’água: todos de mãos dadas com um única palavra no pensamento: Paz. O reflexo nas águas mostrava também que a solidariedade é possível, basta querer.

Tarde de lápis e Café ZH


Um Lápis Café ZH Total







14 de maio de 2010






publicado no Blog ZH Moinhos
Por Marília Cardoso

Tarde linda, de sol. Local bem escolhido: muitos lápis na decoração e deliciosos cafés acompanhados de bate-papo. Assim é o recanto de Shopping Total, inteligentemente chamado da Alameda das Artes. Assim foi nossa tarde de Café ZH em 6 de maio.
No aconchegante Lápis Café, esperava-nos o proprietário Rogério Sartori que, aos poucos, foi deixando todos à vontade no seu espaço de cafeteria e numa conjugação com a Livraria Nobel, de Rafael Zancanaro. A decoração toda feita com coleções de lápis e suas aparas, que podem ser vistas sob o vidro das mesas _ e sobre elas blocos para anotações ou desenhos e lápis, são o diferencial deste café. Eles lembram o momento da infância de apontar os lápis junto à cestinha do lixo, ao mesmo tempo que nos leva de volta à escola, caminhando entre os livros. Lembramos também a hora da merenda, quando provamos a torta de limão, com aquele azedinho mesclado a uma divina merengada.
Entre os lápis expostos, achamos exemplares de nossa época. Mas o que mais encantou, pois atingiu a todas as idades, foi saber que ali, naquela simples alameda, aos sábados, temos a Calçada Cultural, evento copiado de situações de diversas cidades do mundo, onde se dança na rua ao som de músicas tradicionais. Na alameda do Shopping Total, temos também samba, salsa, chorinho, flamenco, rock e as apresentações da Cadica, da Tangueira e do Clube da Dança, entre outros. Pensam que é só isso? Não. A cultura está presente também nas quartas-feiras, com a Quarta Literária Nobel, encontro com escritores, palestras, lançamentos de livros, reuniões com juventude, infância e apaixonados por livros.
Mas hoje o assunto é o Café ZH. A alameda e o Lápis Café ouviram, em função do evento, moradores dos bairros Independência, Auxiliadora, Floresta, Moinhos de Vento e Rio Branco. E bem cedo foram chegando senhoras de cabelos brancos, envergonhadas de falar dos “casos” e “pensões” da Rua Sete de Abril. Foram chegando casais querendo entender o que são os “emos”, porque eles moram na Rua Gonçalo de Carvalho e não sabem o que significa aqueles encontros de quintas-feiras. Amigos cadeirantes e que usam muletas, telefonando, desistindo de chegar ao shopping, pois a Rua Santo Antônio não permite, pelo péssimo estado do calçamento, seu livre deslocamento: lajotas soltas, faltantes e buracos.

Rogério Pessoa relatou fatos e acidentes, acontecidos na faixa preferencial para pedestre junto ao Shopping, onde os carros não obedecem ou não veem o sinal. Outra pessoa que estava tomando um café fala sobre o problema da sinaleira na Cristóvão Colombo, em frente ao Palacinho: a passagem pela Cristóvão, junto a uma clínica, não tem sinaleira para pedestre e não possui aviso que o ônibus T5 pode dobrar em direção à Cristóvão .
_ O desavisado pode ser, a qualquer momento, atropelado _ afirma.
Ele também perguntou se a câmara daquela esquina está funcionando, pois o poste foi doado por uma firma local, para colocação daquele aparelho para ajudar na segurança do bairro.
Estiveram presentes no Café ZH o presidente da Associação Cristóvão Colombo, localizada na Câncio Gomes, 786, Luis Alberto Rigotti, e a sua esposa, Maria Elaine Todero Rigotti. A Associação é responsável pelo Crianças na Avenida, que este ano completa 30 anos. Muitas professoras presentes lembraram a participação das escolas, pais e alunos naqueles eventos festivos na Avenida Cristóvão Colombo, e lembraram com saudade daquele tempo feliz.


O Movimento Reviver Independência, representado por mim, falou sobre o projeto para a revitalização da Avenida Independência, que reforça o que foi colocado com prioridade: preservação e revitalização do patrimônio histórico, cultural, urbanização e segurança. A prefeitura esteve representada por Vânia Brito, agente de governança da Secretaria Municipal de Coordenação Política e Governança Local, que aproveitou para conhecer os representantes das regiões, Cristóvão Colombo, Floresta, Independência, Pinheiro Machado e Gonçalo de Carvalho. Houve momento para uma conversa informal e coleta de dados que passarão para o planejamento da secretaria. Mas todos os Movimentos focaram a segurança e o abandono destes bairros.


O diretor geral do DMLU, Mário Moncks, juntamente com o supervisor, Adelino Lopes Neto, ouviram as reclamações dos moradores e sugeriram alguns procedimentos, que logo vão ser levados à comunidade. Moradores dos bairros e funcionários do DMLU chegaram a um consenso: este é um trabalho que depende muito da conscientização, educação dos moradores e das ações da prefeitura.

Paulo Renato Rodrigues, representando a Gonçalo de Carvalho, abordou segurança e iluminação. Pediu uma iluminação mais baixa na Gonçalo e na Pinheiro Machado, focando principalmente as calçadas. Foi falado também da abertura da Rua Pinheiro Machado para a Avenida Independência.
Já ao anoitecer, chega a nossa mesa, Ângela Diel, da Casa da Música da Gonçalo de Carvalho. Falamos sobre esta rua, lembrado a beleza das árvores que dão a ela o nome da Túnel Verde de Porto Alegre. Ângela lembrou que, em março de 2008, a placa de metal instalada em pedestal de concreto, alusiva ao tombamento da Rua Gonçalo de Carvalho, foi roubada, e sugeriu que seja colocada outra. Falamos também dos futuros espetáculos de Angela Diel e Cordella e dos da casa da Música. Angela é sempre sucesso pela sua maneira de cantar, encantar e viver.

Este foi mais um Café ZH, desta vez no Lápis Café e Livraria Nobel.

A vez da maturidade

Será a vez das "meninas" da Independência?


16 de maio de 2010 no Blog ZH Moinhos
Por Marília Cardoso
Maribel Cachoeira, dona da agência MC , desde 1985 atua no mercado de modelos. Neste tempo de trabalho, passou por diversas tendências de moda que necessitavam tipos diferentes de modelos: tempo de mulheres muito altas, muito magras, às vezes esqueléticas, alegres, sérias, com grandes olhos ou com olheiras. Todas essas mudanças, Maribel viu e sentiu em seus anos de trabalho, e resolveu investir em algo mais.

Em todo curso de preparação de manequins e modelos, as futuras candidatas devem ser avaliadas pelo seu potencial e encaminhas ao mercado de trabalho que, hoje, precisa de crianças naturalmente bonitas, às vezes gordinhas, e de mulheres maduras com uma beleza que os anos só valorizam. Todas desprovidas de vaidade e atitudes ensaiadas , mas apostando na naturalidade.

Por isso, escolheu novo público para trabalhar. Sua agência agora investe na preparação de um público infantil diferenciado _ podem ser gordinhas, bonitas e saudáveis _, e em modelos com mais de 25 anos, maduras sem preconceito.

Este é o um trabalho que a MC promete: não mais a vaidade artificial, mas a maturidade e a naturalidade. Encarando a vida como ela é simples e bonita, a mesma definição que se daria ao perfil da Maribel Cachoeira, que esteve no Café ZH de 6 de maio no Lápis Café do Shopping Total.


quinta-feira, 20 de maio de 2010

Propostas da Urbana Arquitetura

Propostas da Urbana Arquitetura :

REVITALIZAÇÃO DA PAISAGEM URBANA – AV. INDEPENDÊNCIA.

O ESPAÇO PÚBLICO
é um elemento definidor da cidade, um elemento do cotidiano, por isso deve ter qualidade formal e material.
Mas hoje, esse território que é comum dos cidadãos, cada vez nos pertence menos.

Segundo Cláudia Laub, para evitarmos a perda deste espaço, precisamos reINSTITUIR as ruas e praças como símbolo do publico, buscando a reanimação do corpo social, onde a cidadania respira identidade.
Características do espaço público que buscaremos:

RECUPERAÇÃO DE IDENTIDADES:
 Criar unidade, que se torne “UM lugar” “UM todo” com características bem definidas que reflita a personalidade e identidade do bairro > Ordenar e padronizar equipamentos urbanos: bancos, árvores, canteiros, telefone público, paradas de ônibus.

 Padronização da comunicação visual
 Espaço EXPRESSIVO, divulgação de acontecimentos e sinalizações de pontos importantes, contextualização com a cidade > marca o perfil próprio do bairro.

MULTIUSO DOS ESPAÇOS:
 Promover usos coletivos diversos
 Zonear espaços para usos efêmeros ou de transição entre o público e o privado (exemplo: feiras e eventos nas praças, cinema para a comunidade, Igreja e Hospitais, Vivo).

VALORIZAÇÃO DO PASSEIO:
 Tornar o passeio mais relevante que a faixa de carros
Eliminar obstáculos do passeio
 Iluminação adequada para pedestres (menor altura)
 Adaptação á acessibilidade (rampas para desníveis, sinalização tátil de alerta)

INTRODUÇÃO DE PRÁTICAS SUSTENTÁVEIS e SAUDÁVEIS Á VIDA NA CIDADE:
 Configurar zonas de estar em locais específicos do bairro, proporcionando o encontro das pessoas


Independencia hoje:

Um dia será assim???...






























Agradecemos a
Urbana Arquitetura
> www.uarquitetura.com
> Rua Santo Antônio, 366.
> +55 51 32114737 e as arquitetas
Taís Lagranha Machado e Mariana Soldan Hugo

O Projeto para a Av. Independencia

O projeto para Independência
Postado em 5 de maio de 2010 no Blog do ZH Moinhos por Marilia Costa Cardoso



















Em 3 de maio, foi realizada à Rua Siqueira de Campos, 1.171, uma reunião da Governança Solidária Local. Os moradores interessados na revitalização da Independência lá estiveram, bem como Rita Chang, presidente de Centro Histórico, Cesar Cardia, representante da Região Geral de Planejamento 1, Leon Hernandes Dziekaniak, representando o Movimento da Pinheiro Machado e Gonçalo de Carvalho, e Marilia Cardoso, em nome do
Movimento Reviver Independência.
A abertura da reunião ficou a cargo da agente de governança da região Centro, Vânia Brito, que abordou a importância da participação das entidades, associações e moradores das regiões para a efetiva concretização das metas de projetos que estão em desenvolvimento. Ela passou a palavra para o agente de governança da região Humaitá/Navegantes, Sílvio Belbute, que fez a apresentação da metodologia de implantação do Programa de Governança Solidária Local e destacou ser o responsável pela articulação de redes de participação político-democráticas, em nossa cidade, estimulando parcerias e aprofundando o comprometimento das estruturas do governo com as comunidades locais, através da co-responsabilidade que, em momento nenhum, tira do governo as responsabilidades públicas. Estes programas implantados em regiões de Porto Alegre buscam o resgate das identidades das comunidades locais. A Avenida Independência, através de um projeto urbano e paisagístico, tenta valorizar exatamente isto: a sua identidade, como o eixo histórico e cultural, onde cada esquina, árvore, monumento ou casario conta um pouco a história de Porto Alegre.
No segundo momento, foram chamadas as arquitetas Taís Lagranha Machado e Mariana Soldan Hugo, da Urbana Arquitetura, que apresentaram um projeto para a revitalização da Independência. A vivência destas arquitetas no Exterior, onde se vive a história em todos os lugares, deu a elas um modo novo de olhar a avenida e de valorizar o que ela tem, fazendo da região lugar gostoso de viver.
Projeto feito em 2006

A apresentação do projeto foi quase um suspense, pois enquanto as arquitetas iam desenrolando, aos poucos, o desenho e mostrando espaços e fotos, parecia que as pessoas entravam dentro dele. Cada um via sua rua, sua esquina, sua sinaleira, seu local de trabalho e sorria. Era o novo convivendo em harmonia com o antigo e tradicional. Era um começo e todos esperam que, em breve, este sonho se concretize. A Independência agradece a Governança e a Urbana Arquitetura.
Projeto Atual:

Este projeto será apresentado a SMOV, EPTC, SMAM para ser aprovado.