O Movimento Reviver Independência, tem por objetivo preservar o Bairro, que faz parte da História de Porto Alegre, visando valorizá-lo no que ele tem de melhor , para que sua história não seja esquecida.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Caminhada pela Independência
A História Vivida
Dia 29 de agosto de 2009, sábado de sol, realizou-se a caminhada Viva o Centro a Pé, desta vez na Avenida Independência. Conforme o combinado, houve três visitas: A igreja da Conceição, onde os participantes além de conhecer a igreja, estilo Barroco Tardio, também conferiram o trabalha de restauração, já realizado no subsolo da igreja, o transformado em um moderno Salão de Eventos. Depois a Casa Torelly, estilo mais eclético e finalmente o Palacete Argentina. Durante todo o percurso o Engenheiro Sílvio Belmonte Abreu Filho contou a História da Independência, parte da história da cidade, ao mesmo tempo que dava informações dos estilos da cada construção. O passeio teve inicio na Praça Dom Sebastião e término na Praça Júlio de Castilho. Muitos participantes ficaram surpresos da beleza que cada casario esconde atrás de simples fachadas. Esta aula ao ar livre deveria servir de exemplo para muitas escolas que insistem em mostrar a história num quadro verde com a “decoreba” de datas. História se vive. Como vivemos sábado, e a Independência agradeceu a todos os participantes, mostrando o que ela tem de mais lindo, carinho e solidariedade.
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Conhecendo a Independência
Dia 29/08/09 a Prefeitura de Porto Alegre promoverá, através da Secretaria do Planejamento Municipal (SPM), da Secretaria Municipal da Cultura (SMC) e do Gabinete da Primeira Dama, um Passeio a Pé pela Avenida Independência, no Programa Viva o Centro. Agradecemos a Liane Klein por ter incluído a Independência neste projeto que tenta revitalizar o Centro. Nós como continuação deste percurso e por apresentar diversos marcos da história de Porto Alegre, sentimo-nos orgulhosos por apresentar esta parte da cidade, um dia considerada sofisticada e próspera e hoje pedindo socorro.. O Passeio vai percorrer a Avenida Independência até a Praça Júlio de Castilho e terá a participação do arquiteto Sílvio Belmonte de Abreu Filho. O inicio da caminhada será na da Praça Dom Sebastião onde será visitada a Igreja Nossa Senhora da Conceição. Esta uma das mais antigas da capital, mantendo todas suas características originais. Seu estilo segue os padrões do barroco colonial tardio, com sua fachada sóbria. Todo o seu luxo e esplendor estão nos altares internos, coro e teto. Depois, uma visita a casa Torelly, de estilo eclético, neste caminho, também poderemos apreciar muitos casarios da época de ouro da Independência, ainda conservados e outros que estão no abandono. Este passeio servirá também para conscientizar as pessoas e as autoridades da necessidade do trabalho de restauro. Pelo número de participantes inscritos, 150 pessoas, podemos notar o interesse em ver o belo, o clássico e as antiguidades, ao passo que se fizéssemos a mesmo passeio para ver paredões de edifícios e condomínios fechados, quem se inscreveria?. Dar valor a esta época e a este trabalho é uma questão de cultura.
O passeio sairá às 10 horas de ônibus, do Caminho dos Antiquários, até a Praça Dom Sebastião.
O passeio sairá às 10 horas de ônibus, do Caminho dos Antiquários, até a Praça Dom Sebastião.
terça-feira, 25 de agosto de 2009
sábado, 15 de agosto de 2009
Oi amigos ,
Leiam a impressão que deixamos aos que visitam Porto Alegre.O que eles vêem é uma cidade triste , desleixada e suja. Que impressão, deixaremos aos que vierem para a copa? Será que até lá, acontecerá um milagre? Igual ao da China??
Viagem a uma Porto Alegre triste
Escrito por Mário Maestri
24-Abr-2007
Durante um fim de semana do mês de abril, trinta alunos do curso de História da Universidade de Passo Fundo visitaram os principais centros de pesquisa, prédios públicos e monumentos históricos de Porto Alegre. Organizo semestralmente viagens de estudo semelhantes, nos sábados e domingos, sobretudo à capital e à Região Sul do estado.
Desta vez, os estudantes partiram de Passo Fundo quinta-feira de madrugada, para chegar sexta-feira pela manhã à capital. O que impediu lamentavelmente que mais alunos participassem da iniciativa, pois não obtiveram licença de afastamento das atividades profissionais. No Brasil, não contamos com legislação que proteja os direitos mínimos do trabalhador-estudante, em geral já obrigado a pagar por seus estudos universitários.
A difícil decisão de ampliação da visita para três dias deveu-se ao paradoxal fato de que a grande maioria dos prédios e equipamento públicos da capital rio-grandense encontra-se fechada durante o fim-de-semana, precisamente no período em que a população da capital e, sobretudo, do interior poderia visitá-los. Nesse aspecto, o público torna-se qualificativo sem sentido. Tudo isso em uma cidade que pretende ter vocação turística.
Mesmo constituindo prédios de importância arquitetônica e histórica, destinos naturais de visitas culturais e de lazer, encontram-se fechados à visitação durante o sábado e o domingo o Palácio Piratini, o Solar dos Câmaras, o prédio da Prefeitura de Porto Alegre, entre tantos outros. A justificativa comum é que não há funcionários para acompanhar a visitação fora dos dias laborais.
Com o sacrifício da presença de diversos alunos, foram visitados na sexta-feira o Palácio Piratini, o Solar dos Câmaras, o arquivo da Cúria Metropolitana, o Arquivo Público, o Arquivo Histórico e o Memorial do RS, localizado no imponente prédio dos antigos Correios, na praça da Alfândega. Essas instituições são centros de pesquisa fundamentais para os historiadores. Registre-se o enorme esforço dos funcionários em apresentar da melhor forma possível suas instituições aos visitantes.
Na sexta-feira, pela manhã, os alunos foram brindados com palestra sobre a história de Porto Alegre e de sua arquitetura ministrada pela arquiteta e historiadora Nara Machado, professora do curso de Arquitetura e Urbanismo da PUC-RS, realizada nas escadarias do monumento a Júlio de Castilhos, na praça da Matriz, diante do magnífico prédio do Teatro São Pedro.
Sábado foram visitados o Museu da Comunicação Social Hipólito da Costa, o prédio do Mercado Público, a praça Quinze, o Centro de Cultura Mário Quintana. A atividade encerrou-se, com pleno sucesso, domingo ao meio dia, com a visita ao Brique da Redenção e ao Parque Farroupilha.
Leiam a impressão que deixamos aos que visitam Porto Alegre.O que eles vêem é uma cidade triste , desleixada e suja. Que impressão, deixaremos aos que vierem para a copa? Será que até lá, acontecerá um milagre? Igual ao da China??
Viagem a uma Porto Alegre triste
Escrito por Mário Maestri
24-Abr-2007
Durante um fim de semana do mês de abril, trinta alunos do curso de História da Universidade de Passo Fundo visitaram os principais centros de pesquisa, prédios públicos e monumentos históricos de Porto Alegre. Organizo semestralmente viagens de estudo semelhantes, nos sábados e domingos, sobretudo à capital e à Região Sul do estado.
Desta vez, os estudantes partiram de Passo Fundo quinta-feira de madrugada, para chegar sexta-feira pela manhã à capital. O que impediu lamentavelmente que mais alunos participassem da iniciativa, pois não obtiveram licença de afastamento das atividades profissionais. No Brasil, não contamos com legislação que proteja os direitos mínimos do trabalhador-estudante, em geral já obrigado a pagar por seus estudos universitários.
A difícil decisão de ampliação da visita para três dias deveu-se ao paradoxal fato de que a grande maioria dos prédios e equipamento públicos da capital rio-grandense encontra-se fechada durante o fim-de-semana, precisamente no período em que a população da capital e, sobretudo, do interior poderia visitá-los. Nesse aspecto, o público torna-se qualificativo sem sentido. Tudo isso em uma cidade que pretende ter vocação turística.
Mesmo constituindo prédios de importância arquitetônica e histórica, destinos naturais de visitas culturais e de lazer, encontram-se fechados à visitação durante o sábado e o domingo o Palácio Piratini, o Solar dos Câmaras, o prédio da Prefeitura de Porto Alegre, entre tantos outros. A justificativa comum é que não há funcionários para acompanhar a visitação fora dos dias laborais.
Com o sacrifício da presença de diversos alunos, foram visitados na sexta-feira o Palácio Piratini, o Solar dos Câmaras, o arquivo da Cúria Metropolitana, o Arquivo Público, o Arquivo Histórico e o Memorial do RS, localizado no imponente prédio dos antigos Correios, na praça da Alfândega. Essas instituições são centros de pesquisa fundamentais para os historiadores. Registre-se o enorme esforço dos funcionários em apresentar da melhor forma possível suas instituições aos visitantes.
Na sexta-feira, pela manhã, os alunos foram brindados com palestra sobre a história de Porto Alegre e de sua arquitetura ministrada pela arquiteta e historiadora Nara Machado, professora do curso de Arquitetura e Urbanismo da PUC-RS, realizada nas escadarias do monumento a Júlio de Castilhos, na praça da Matriz, diante do magnífico prédio do Teatro São Pedro.
Sábado foram visitados o Museu da Comunicação Social Hipólito da Costa, o prédio do Mercado Público, a praça Quinze, o Centro de Cultura Mário Quintana. A atividade encerrou-se, com pleno sucesso, domingo ao meio dia, com a visita ao Brique da Redenção e ao Parque Farroupilha.
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Parece já uma lei social que o brasileiro tenha sempre saudade do passado, por mais duro e difícil que tenha sido. A presente visita não deixou de registrar a inexorável decadência do espaço público-cultural, em relação às últimas viagens, realizadas nesses últimos cinco a seis anos. Uma degradação, registre-se, de raízes muito mais antigas.
Desta vez, foi impossível visitar o Museu Júlio de Castilhos, antiga residência do patriarca da república rio-grandense, que se encontra fechado, segundo parece, por falta de funcionários. O mesmo ocorreu com o magnífico prédio da Biblioteca Pública, inaugurado durante a gestão de Carlos Barbosa, encerrado sem prognóstico de abertura, para “reformas”.
Em boa parte das instituições públicas visitadas, pode-se apreciar a enorme falta de recursos e a profunda incúria dos governantes. Destaque-se como exemplos paradigmáticos a triste situação da praça da Matriz e o parque enormemente carunchado dos salões nobres do Palácio Piratini, tudo isso no coração histórico da cidade e no centro da representação do poder público.
Ainda mais triste, pois irremediável, é a constatação da inexorável destruição do patrimônio arquitetônico-paisagístico da capital, literalmente entregue à especulação imobiliária e à degradação pela ausência de legislação e ações públicas efetivas. Mesmo que essa degradação seja processo quotidiano, patente para os que vivem na capital, ela assume aspectos dolorosos ao tentar-se apresentação sistemática da cidade a visitantes.
Porto Alegre já quase não possui prédios dos fins do século 18 e inícios do seguinte. Eles desapareceram sob a indiferença de nossos homens públicos, do passado e do presente. Os derradeiros sobrados com características neoclássicas de meados e fins do século 19 estão sendo igualmente derrubados, degradados ou substituídos por construções que brutalizam sem piedade o centro. As iniciativas de restauro e preservação desses prédios constituem eufemismo para intervenções que não raro os reduzem às suas fachadas. Os edifícios historicistas são literalmente esmagados por enormes prédios que pululam livremente em seu entorno.
Uma destruição que, após canibalizar o “centro histórico” de Porto Alegre, vem arrasando rapidamente os bairros residenciais surgidos sobretudo no século 20, destruindo ou descaracterizando irremediavelmente um casario que registra materialmente o modo de pensar, de querer e de relacionar-se do porto-alegrense nos tempos pretéritos. Isso em um estado em que o tradicionalismo é cultura oficial, possuindo o próprio Palácio Piratini um galpão crioulo!
A anarquia absoluta na forma e dimensão dos letreiros, dos cartazes, das publicidades etc., nas fachadas dos prédios das antigas e novas artérias, nas empenas cegas dos arranha-céus etc.; a degradação e descaracterização das praças, calçadas e artérias urbanas; a invasão do espaço público pelos pequenos e grandes interesses privados etc. brutificam de forma crescente Porto Alegre, ao igual do que ocorre no resto do Brasil, em um processo de dolorosas conseqüências culturais, sociais e vivenciais. Porto Alegre torna-se crescentemente feia, egoísta, desigual, agressiva, despersonalizada, sem passado, em um doloroso retrato dos dias atuais.
Conhecer e estudar Porto Alegre e as cidades históricas rio-grandenses e brasileiras é uma verdadeira urgência. É simplesmente agora, ou nunca mais.
Mário Maestri é historiador e professor da UPF.
Desta vez, foi impossível visitar o Museu Júlio de Castilhos, antiga residência do patriarca da república rio-grandense, que se encontra fechado, segundo parece, por falta de funcionários. O mesmo ocorreu com o magnífico prédio da Biblioteca Pública, inaugurado durante a gestão de Carlos Barbosa, encerrado sem prognóstico de abertura, para “reformas”.
Em boa parte das instituições públicas visitadas, pode-se apreciar a enorme falta de recursos e a profunda incúria dos governantes. Destaque-se como exemplos paradigmáticos a triste situação da praça da Matriz e o parque enormemente carunchado dos salões nobres do Palácio Piratini, tudo isso no coração histórico da cidade e no centro da representação do poder público.
Ainda mais triste, pois irremediável, é a constatação da inexorável destruição do patrimônio arquitetônico-paisagístico da capital, literalmente entregue à especulação imobiliária e à degradação pela ausência de legislação e ações públicas efetivas. Mesmo que essa degradação seja processo quotidiano, patente para os que vivem na capital, ela assume aspectos dolorosos ao tentar-se apresentação sistemática da cidade a visitantes.
Porto Alegre já quase não possui prédios dos fins do século 18 e inícios do seguinte. Eles desapareceram sob a indiferença de nossos homens públicos, do passado e do presente. Os derradeiros sobrados com características neoclássicas de meados e fins do século 19 estão sendo igualmente derrubados, degradados ou substituídos por construções que brutalizam sem piedade o centro. As iniciativas de restauro e preservação desses prédios constituem eufemismo para intervenções que não raro os reduzem às suas fachadas. Os edifícios historicistas são literalmente esmagados por enormes prédios que pululam livremente em seu entorno.
Uma destruição que, após canibalizar o “centro histórico” de Porto Alegre, vem arrasando rapidamente os bairros residenciais surgidos sobretudo no século 20, destruindo ou descaracterizando irremediavelmente um casario que registra materialmente o modo de pensar, de querer e de relacionar-se do porto-alegrense nos tempos pretéritos. Isso em um estado em que o tradicionalismo é cultura oficial, possuindo o próprio Palácio Piratini um galpão crioulo!
A anarquia absoluta na forma e dimensão dos letreiros, dos cartazes, das publicidades etc., nas fachadas dos prédios das antigas e novas artérias, nas empenas cegas dos arranha-céus etc.; a degradação e descaracterização das praças, calçadas e artérias urbanas; a invasão do espaço público pelos pequenos e grandes interesses privados etc. brutificam de forma crescente Porto Alegre, ao igual do que ocorre no resto do Brasil, em um processo de dolorosas conseqüências culturais, sociais e vivenciais. Porto Alegre torna-se crescentemente feia, egoísta, desigual, agressiva, despersonalizada, sem passado, em um doloroso retrato dos dias atuais.
Conhecer e estudar Porto Alegre e as cidades históricas rio-grandenses e brasileiras é uma verdadeira urgência. É simplesmente agora, ou nunca mais.
Mário Maestri é historiador e professor da UPF.
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Reuniões
Reunião da Câmara com os Moradores da Independência
No dia quatro de agosto, os moradores da Independência, o Presidente da Câmara dos Vereadores, vereador Sebastião Melo, o secretário do Meio Ambiente, e o Representante da Secretaria Municipal de Obras e Viação, reuniram-se no Colégio Rosário. Neste encontro, os moradores tiveram a oportunidade de fazerem suas colocações sobre os principais problemas da Avenida Independência e adjacências.
Cada condomínio que fazíamos o convite, a reação era sempre de desânimo e descrédito: - Isto não vai dar em nada... Já tentamos muito e nada...
Só querem nosso voto... Depois nada...
Mesmo assim tentamos... Ao ouvirem os depoimentos dos moradores e as colocações dos comerciantes, os representantes da câmara e secretários presentes, marcaram um novo encontro, onde outras secretarias estariam presentes.
Vamos a esta nova reunião com muita esperança, que alguma providência seja tomada, para que não sejamos mais um desiludido com nossos representantes.
Cada condomínio que fazíamos o convite, a reação era sempre de desânimo e descrédito: - Isto não vai dar em nada... Já tentamos muito e nada...
Só querem nosso voto... Depois nada...
Mesmo assim tentamos... Ao ouvirem os depoimentos dos moradores e as colocações dos comerciantes, os representantes da câmara e secretários presentes, marcaram um novo encontro, onde outras secretarias estariam presentes.
Vamos a esta nova reunião com muita esperança, que alguma providência seja tomada, para que não sejamos mais um desiludido com nossos representantes.
O novo encontro será dia
11 de Agosto de 2009 às 19 horas
No Colégio Rosário
Agora com a presença do presidente da câmara de Vereadores de Porto Alegre dos seguintes secretários da :
SMOV - SMIC – SMAM – SPM – SMDHSU – SMC – EPTC – CONSELHO TUTELAR – FASC - BRIGADA MILITAR – POLÍCIA CIVIL – EPHC – DMLU.
Assuntos a serem tratados: Problemas do Bairro Independência.
Como era linda a Independência

A linda Independência
Quando conheci a Avenida Independência, alguns anos atrás, me apaixonei. Ela era linda, arborizada, casarios famosos, mulheres finamente vestidas, passeando; teatro com espetáculos, desde concertos até finos balés; cinema Vogue, chamado cinema de arte; praças, limpas e floridas, com pequenas cascatas; confeitarias e restaurantes movimentados e lojas com marcas famosas ...
Passa-se o tempo e volto novamente a este bairro. Agora ele é triste, não se pode mais passear, as confeitarias desapareceram, cinemas e teatro fechados, lojas, só com trancas, grades, vídeos e vigilantes.
A Independência está doente.
Quem sabe a cura esteja nela mesmo? Recorro aos moradores, os que restaram juntaram-se no Movimento que leva o nome Reviver Independência, e começa um tratamento com doses homeopáticas, pessoas limpando, enfeitando e iluminando as ruas. Mas o que se faz de dia, alguém rouba a noite.
Notamos que o tratamento que agora ela precisa é um tratamento mais forte, de choque.
Vamos então procurar especialistas que possam ajudar: o poder público, a prefeitura, as secretarias, e esperando que eles tenham o remédio certo para que a Independência possa novamente sorrir.
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